Melhor proteína para ganhar massa muscular: o que decide de verdade
A pergunta “qual a melhor proteína para ganhar massa muscular?” aparece milhares de vezes por mês, e quase sempre mal formulada. O que trava um ganho de massa praticamente nunca é a qualidade do pó: é o número de calorias do dia. Este comparativo classifica as opções pelo único critério que se sustenta, o custo do grama de proteína realmente entregue, e diz com franqueza quando nenhum pó é necessário.
- O fator limitante do ganho de massa é o aporte de energia, não a proteína: a necessidade estaciona em torno de 1,6 g por quilo por dia.
- O único critério de comparação honesto é o custo do grama de proteína entregue, nunca o preço por quilo de pó exibido na prateleira.
- Um hipercalórico sai por quase o dobro de um whey concentrado por quilo de proteína: o excedente compra carboidrato comum, não músculo.
- A velocidade de absorção não é critério de escolha: a vantagem atribuída ao timing some assim que o aporte proteico total é igualado.
Nosso método: o que comparamos e o que recusamos comparar
Antes de classificar qualquer coisa, é preciso dizer o que está sendo classificado. A busca “melhor proteína para ganhar massa muscular” joga no mesmo balaio produtos que não cumprem o mesmo papel: uma whey é proteína, um hipercalórico é uma mistura majoritariamente de carboidratos, uma caseína é proteína de digestão lenta. Compará-los “em geral” é como perguntar se um martelo é melhor que uma chave de boca.
Adotamos então um critério único e verificável: o custo do grama de proteína efetivamente entregue, comparado ao que o produto traz além disso. É o único ângulo que permite colocar lado a lado um pó com 90 g de proteína por 100 g e um hipercalórico com 20 g por 100 g sem contar história para si mesmo.
O que nos recusamos a comparar, em compensação: a velocidade de absorção. É o argumento mais repetido do setor e o menos sólido. Uma meta-análise dedicada ao momento da ingestão de proteína mostrou que a vantagem atribuída ao timing desaparece assim que se iguala o aporte proteico total entre os grupos43. Ou seja: a proteína “rápida” não constrói mais músculo que a “lenta” quando o total do dia é o mesmo. A janela anabólica pós-treino, revisitada pelos mesmos autores, é bem mais larga que a meia hora vendida nas embalagens44.
Também não classificamos por valor biológico. Esse índice, construído em ratos e com aportes proteicos muito baixos, separa mal duas proteínas animais de boa qualidade. Entre uma whey e uma clara de ovo, a diferença de valor biológico não se traduz em nada visível para quem atinge o total do dia. O assunto está no guia quanta proteína por dia.
Por fim, nenhuma marca é citada aqui. Não é excesso de prudência: as formulações mudam a cada seis meses, os preços a cada quinze dias, e um ranking de marcas estaria vencido antes de ser lido. As referências dadas adiante se leem em qualquer rótulo.
O fator limitante não é a proteína, é o superávit
Esta é a frase que quase todo o topo da SERP esquece de dizer, e que deveria abrir qualquer artigo sobre o tema: em um ganho de massa, quase nunca falta proteína, falta energia.
A necessidade proteica de quem busca ganhar músculo estaciona por volta de 1,6 g por quilo de peso corporal por dia: acima disso, a meta-regressão de referência não encontra mais ganho adicional de massa nem de força2. Para alguém de 75 kg, são 120 g de proteína por dia. Esse total se atinge sem dificuldade com quatro porções de alimentos proteicos: 100 g de carne ou de peixe trazem cerca de vinte gramas71, e ovos, laticínios e o feijão do prato do dia a dia completam a conta33.
O obstáculo real está em outro lugar. Ganhar músculo exige um aporte de energia acima do gasto, e é esse superávit que trava a maioria dos praticantes que empacam39. Mas cuidado com o excesso contrário: quanto maior o superávit, maior a fatia de gordura no peso ganho. As recomendações das revisões dedicadas ao período fora de competição situam o avanço útil em torno de 0,25 a 0,5 % do peso corporal por semana, algo como 200 a 400 g para quem tem 75 kg40. Um estudo com atletas de alto nível mostrou, aliás, que um acompanhamento nutricional estruturado permitiu ganhar mais massa magra limitando o ganho de gordura, em comparação com uma alimentação deixada livre41.
Consequência direta na escolha do produto: se você já chega a 1,6 g por quilo, nenhuma proteína em pó, por melhor que seja, fará diferença. O que falta são calorias, não aminoácidos. Monte primeiro o seu orçamento energético com a calculadora de calorias e depois refine com o guia calorias para hipertrofia. A escolha do pó vem depois, e é secundária.
O comparativo, ordenado por grama de proteína entregue
Aqui está o comparativo, ordenado pelo que importa: quanto cada opção custa para entregar proteína, e o que ela traz a mais ou a menos.
| Opção | Proteína por 100 g | O que traz a mais | Custo relativo do grama de proteína | Veredito para hipertrofia |
|---|---|---|---|---|
| Whey concentrado | 70 a 80 g | Nada em especial | O mais baixo entre os pós | A escolha padrão |
| Whey isolado | Mais de 90 g | Muito pouca lactose | 30 a 60 % mais alto | Só compensa se a lactose incomodar |
| Caseína | 75 a 85 g | Digestão lenta, mais saciedade | Próximo do isolado | Interessante à noite, não indispensável |
| Hipercalórico | 15 a 30 g | Muito carboidrato | O mais alto, de longe | Você paga carboidrato a preço de proteína |
| Proteína vegetal | 70 a 85 g | Sem lactose, perfil variável | Parecido com o da whey | Boa opção com fontes variadas |
| Comida de verdade | 20 a 30 g | Micronutrientes, saciedade, prazer | A melhor relação, quase sempre | A base, antes de qualquer pó |
Duas leituras se impõem diante dessa tabela. A primeira: o whey concentrado ganha na grande maioria dos casos, não porque seja biologicamente superior, mas porque entrega o grama de proteína pelo menor custo entre os pós, com digestão sem história. É um veredito sem graça; ele é sólido.
A segunda: a linha “comida de verdade” não está ali de enfeite. Quem come direito não precisa de pó nenhum para chegar a 1,6 g por quilo. O pó é ferramenta de conveniência, não ingrediente mágico. A posição oficial da sociedade internacional de nutrição esportiva vai exatamente nesse sentido: os suplementos proteicos servem para fechar uma lacuna, não para substituir uma alimentação bem montada1.
Sobre a caseína, uma ressalva honesta: tomada antes de dormir, ela mostrou efeito real sobre ganhos de massa e de força em um protocolo de treino prolongado58. Não é, portanto, invenção de marketing. Mas o efeito observado se deve em boa parte ao fato de que ela acrescentava mais proteína ao dia. Se o seu total já está fechado, a caseína da noite vira conforto, não alavanca.
O hipercalórico: o que você compra de verdade
O hipercalórico merece um trecho só para ele, porque é o produto com a maior distância entre a imagem e o conteúdo. Compra-se acreditando levar “a proteína do ganho de massa”. Leva-se, na verdade, uma mistura em que os carboidratos ocupam a maior parte do peso.
Faça a conta você mesmo, ela é instrutiva. Pegue um pote apresentado como solução de ganho de massa, com dose de 150 g entregando 25 g de proteína. Nesses 150 g de pó, 25 g são proteína e 125 g são outra coisa, essencialmente carboidrato de absorção rápida. Se o pote de 3 kg custa R$ 150, você paga R$ 50 por quilo de pó, mas R$ 300 por quilo de proteína realmente entregue. Um whey concentrado com 75 g por 100 g, em pote de 900 g a R$ 110, sai por cerca de R$ 163 por quilo de proteína. O hipercalórico custa, portanto, quase o dobro por grama de proteína, e o excedente compra maltodextrina, que existe por alguns centavos o quilo na forma de arroz, macarrão ou aveia.
Isso o condena? Não, e seria desonesto dizer que sim. O hipercalórico resolve um problema preciso: a incapacidade de engolir calorias suficientes em forma sólida. Um praticante muito magro, com pouco apetite ou com dias cheios demais para fazer cinco refeições, tira benefício real de uma bebida de 700 kcal que desce em três minutos. Para ele, o sobrepreço compra tempo e viabilidade, o que tem valor.
Para todo o resto, a mesma coisa se prepara em casa por um quarto do preço: uma dose de whey, aveia em flocos, uma banana, uma colher de pasta de amendoim e leite. Ganha-se fibra e micronutrientes, perde-se tempo de preparo. O assunto está desenvolvido no nosso guia sobre hipercalórico.
A melhor escolha conforme a sua situação
O ranking geral não serve de nada se a sua situação não for a situação média. Aqui estão os casos que mais aparecem, e a resposta que eu dou para cada um.
| Sua situação | O problema real | O que você precisa |
|---|---|---|
| Você come bem mas empacou | Superávit energético insuficiente | Calorias, não um pó novo |
| Você não chega a 1,6 g/kg de proteína | Lacuna proteica real | Um whey concentrado, 1 a 2 doses por dia |
| Você não tem apetite | Volume de comida | Um hipercalórico, ou a versão caseira equivalente |
| Os shakes te incham | Lactose ou aditivos | Um isolado, ou proteína vegetal variada |
| Você come vegetariano ou vegano | Perfil de aminoácidos a equilibrar | Fontes variadas e quantidade um pouco maior |
| Orçamento apertado | Prioridades | Comida primeiro, depois whey concentrado |
Duas palavras sobre o caso vegetal, quase sempre malfeito por aí. Um ganho de massa sem produtos de origem animal funciona muito bem, com duas condições: variar as fontes para cobrir todos os aminoácidos essenciais e mirar um total um pouco maior, já que a digestibilidade média das proteínas vegetais é inferior à das animais1. Não é um obstáculo insuperável, é um ajuste de quantidade.
E se o orçamento de suplementos for mesmo apertado, vale colocar um último dilema na mesa com franqueza: entre subir de linha de proteína e acrescentar creatina, a segunda opção se apoia em um nível de evidência bem superior em força e massa magra7, por um custo mensal irrisório.
Os cinco erros que custam um ganho de massa
Escolher a proteína antes de contar as calorias. É o erro número um, e ele explica a maioria dos ganhos de massa que não saem do lugar. Enquanto o superávit energético não estiver estabelecido, o pó escolhido não tem importância nenhuma39.
Empilhar doses achando que acelera. O estímulo da síntese proteica muscular por refeição estaciona em torno de 0,4 g de proteína por quilo de peso corporal, uns trinta gramas para quem tem 75 kg30. Uma dose de 60 g não dobra o efeito, dobra a despesa.
Tomar hipercalórico por padrão. O hipercalórico não é a versão “ganho de massa” da whey, é um produto calórico. Tomá-lo já comendo à vontade significa pagar caríssimo por carboidratos comuns e, muitas vezes, ganhar gordura mais rápido que músculo.
Obcecar com o horário da dose. Três shakes cronometrados ao redor do treino não compensam um dia inteiro a 1 g de proteína por quilo. Uma vez atingido o total, a distribuição pesa pouco, e a frequência das refeições não mostrou efeito determinante sobre a composição corporal63.
Confundir ganho de peso com ganho de massa. Subir três quilos em um mês não é vitória se dois deles forem gordura. O ritmo útil continua modesto: algumas centenas de gramas por semana40. A continuação do assunto está na nossa seção ganho de massa.
Uma palavra final sobre saúde, já que se trata de aumentar aportes de forma duradoura. Em adultos saudáveis, os aportes proteicos elevados praticados na musculação não mostraram efeito prejudicial nos protocolos publicados1. Em caso de doença renal, hepática ou digestiva, ou de tratamento em curso, a orientação do seu médico prevalece sobre qualquer recomendação geral, inclusive as deste artigo.
Nosso veredito, sem rodeios
Se você só puder guardar uma frase: a melhor proteína para ganhar massa muscular é a mais barata por grama de proteína que você digere bem e realmente consome. Para a imensa maioria dos praticantes, isso se chama whey concentrado, comprado sem dar bola para o adjetivo impresso no pote.
✓ Vantagens do whey concentrado na hipertrofia
- O menor custo por grama de proteína entre os pós
- Combina com tudo: água, leite, aveia, preparos caseiros
- Permite chegar a 1,6 g/kg sem alongar as refeições
- Nenhum efeito indesejado esperado em adultos saudáveis
✕ O que ele não vai fazer
- Criar o superávit calórico que falta no seu ganho de massa
- Substituir os micronutrientes e as fibras de uma refeição de verdade
- Compensar treino mal montado ou sono insuficiente
- Entregar mais músculo que outra proteína com total idêntico
Três exceções, e são precisas. A lactose te incomoda: passe para um isolado ou para proteína vegetal. Você não consegue comer o suficiente: um hipercalórico, ou a bebida caseira, resolve um problema real de volume. Você quer uma liberação longa antes de dormir: a caseína tem dados a seu favor58.
Para todo o resto, guarde o seu dinheiro. A diferença entre um bom pó e um pó excelente se mede em reais; a diferença entre um ganho de massa que dá certo e um que não sai do lugar se mede em calorias, em treinos e em meses de constância. Vende menos, mas é o que os dados mostram239.
Perguntas frequentes
Qual a melhor proteína para ganhar massa muscular?
Aquela que entrega o grama de proteína pelo menor custo, que você digere bem e que realmente consome. Para a maior parte dos praticantes, é o whey concentrado, com 70 ou 80 g de proteína por 100 g de pó. As fórmulas mais caras se justificam pelo conforto digestivo, não pelos ganhos musculares: com aporte proteico total idêntico, entregam o mesmo resultado.
Whey ou hipercalórico para ganhar massa?
Whey, a menos que o seu problema seja não conseguir comer o suficiente. O hipercalórico é uma mistura majoritariamente de carboidratos: muitas vezes traz só 15 a 30 g de proteína por 100 g de pó, o que empurra o custo do grama de proteína para quase o dobro do de um whey concentrado. Ele ajuda quem não tem apetite e precisa de 700 kcal em três minutos; para os demais, whey com aveia faz o mesmo por menos.
Quantas gramas de proteína por dia para ganhar massa?
Cerca de 1,6 g por quilo de peso corporal por dia, ou seja, 120 g para quem tem 75 kg. Acima desse limiar, a meta-regressão de referência não encontra mais ganho adicional de massa nem de força. Esse total inclui a alimentação: o pó só serve para fechar a diferença entre o seu prato e esse alvo.
Qual proteína faz ganhar peso mais rápido?
Nenhuma proteína engorda por si só. O ganho de peso vem do superávit energético, isto é, de calorias consumidas acima do gasto. Um hipercalórico faz ganhar peso mais rápido porque traz muita caloria, não porque a proteína dele seja melhor. E quanto maior o superávit, maior a fatia de gordura no peso ganho.
Hipercalórico vale a pena?
Vale em um caso preciso: quando a falta de apetite ou de tempo impede de atingir as calorias necessárias. Ali ele resolve um problema real de volume de comida. Em todos os outros casos, é pagar caríssimo por carboidratos comuns, encontrados por alguns centavos o quilo na forma de arroz, macarrão ou aveia.
Whey ou caseína para hipertrofia?
As duas funcionam, e a diferença é menor do que o marketing sugere. A caseína, tomada antes de dormir, mostrou efeito real sobre ganhos de massa e de força em um protocolo de treino prolongado, mas esse efeito se deve em boa parte ao fato de acrescentar mais proteína ao dia. Se o seu total já está fechado, ela vira conforto e não alavanca.
Dá para ganhar massa muscular sem whey?
Dá, sem dificuldade nenhuma. Cem gramas de carne ou de peixe trazem cerca de vinte gramas de proteína, e ovos, laticínios e o arroz com feijão completam a conta com facilidade. Quatro porções bem distribuídas bastam para cobrir 1,6 g por quilo na maioria dos casos. O pó é ferramenta de conveniência, nunca obrigação.
Qual proteína escolher para quem está começando?
Um whey concentrado sem sabor ou pouco aromatizado, comprado pelo melhor preço por quilo de proteína, e nada além disso nos primeiros meses. É o momento em que o progresso depende mais da constância no treino e da alimentação como um todo, e menos da escolha de um suplemento. Monte primeiro as calorias, conte a proteína durante uma semana, e você saberá se um pó é sequer necessário.
Fontes científicas
- Jäger R, Kerksick CM, Campbell BI, et al. International Society of Sports Nutrition Position Stand: protein and exercise. J Int Soc Sports Nutr. 2017;14:20. doi:10.1186/s12970-017-0177-8
- Morton RW, Murphy KT, McKellar SR, et al. A systematic review, meta-analysis and meta-regression of the effect of protein supplementation on resistance training-induced gains in muscle mass and strength. Br J Sports Med. 2018;52(6):376-384. doi:10.1136/bjsports-2017-097608
- Cruzat V, Macedo Rogero M, Noel Keane K, Curi R, Newsholme P. Glutamine: Metabolism and Immune Function, Supplementation and Clinical Translation. Nutrients. 2018;10(11):1564. doi:10.3390/nu10111564
- Kerksick CM, Wilborn CD, Roberts MD, et al. ISSN exercise & sports nutrition review update: research & recommendations. J Int Soc Sports Nutr. 2018;15:38. doi:10.1186/s12970-018-0242-y
- Legault Z, Bagnall N, Kimmerly DS. The Influence of Oral L-Glutamine Supplementation on Muscle Strength Recovery and Soreness Following Unilateral Knee Extension Eccentric Exercise. Int J Sport Nutr Exerc Metab. 2015;25(5):417-426. doi:10.1123/ijsnem.2014-0209
- Hutson M, Pugh JN, Sage S, et al. Glutamine supplementation reduces markers of intestinal permeability during running in the heat in a dose-dependent manner. Eur J Appl Physiol. 2017;117(12):2569-2577. doi:10.1007/s00421-017-3744-4
- Kreider RB, Kalman DS, Antonio J, et al. International Society of Sports Nutrition position stand: safety and efficacy of creatine supplementation in exercise, sport, and medicine. J Int Soc Sports Nutr. 2017;14:18. doi:10.1186/s12970-017-0173-z
- Ciccone V, Cabrera K, Antonio J. The effects of pre versus post workout supplementation of creatine monohydrate on body composition and strength. J Int Soc Sports Nutr. 2013;10:36. doi:10.1186/1550-2783-10-36
- Ribeiro F, Longobardi I, Perim P, et al. Timing of Creatine Supplementation around Exercise: A Real Concern? Nutrients. 2021;13(8):2844. doi:10.3390/nu13082844
- Candow DG, Vogt E, Johannsmeyer S, Forbes SC, Farthing JP. Strategic creatine supplementation and resistance training in healthy older adults. Appl Physiol Nutr Metab. 2015;40(7):689-694. doi:10.1139/apnm-2014-0498
- Forbes SC, Candow DG. Timing of Creatine Supplementation and Resistance Training: A Brief Review. Journal of Exercise and Nutrition. 2018;1(5).
- Waldron M, Patterson SD, Tallent J, Jeffries O. The Effects of an Oral Taurine Dose and Supplementation Period on Endurance Exercise Performance in Humans: A Meta-Analysis. Sports Med. 2018;48(5):1247-1253. doi:10.1007/s40279-018-0896-2
- Deng H, Song T, Yin M, et al. Does One Shot Work? The Acute Impact of a Single Taurine Dose on Exercise Performance: A Meta-Analytic Review. Scand J Med Sci Sports. 2025;35(9):e70123. doi:10.1111/sms.70123
- EFSA Panel on Food Additives and Nutrient Sources added to Food (ANS). The use of taurine and D-glucurono-γ-lactone as constituents of the so-called 'energy' drinks. EFSA Journal. 2009;7(2):935. doi:10.2903/j.efsa.2009.935
- Wolfe RR. Branched-chain amino acids and muscle protein synthesis in humans: myth or reality? J Int Soc Sports Nutr. 2017;14:30. doi:10.1186/s12970-017-0184-9
- The Italian ALS Study Group. Branched-chain amino acids and amyotrophic lateral sclerosis: a treatment failure? Neurology. 1993;43(12):2466-2470. doi:10.1212/WNL.43.12.2466
- Pooyandjoo M, Nouhi Z, Shab-Bidar S, Djafarian K, Olyaeemanesh A. The effect of (L-)carnitine on weight loss in adults: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Obes Rev. 2016;17(10):970-976. doi:10.1111/obr.12436
- Wall BT, Stephens FB, Constantin-Teodosiu D, Marimuthu K, Macdonald IA, Greenhaff PL. Chronic oral ingestion of L-carnitine and carbohydrate increases muscle carnitine content and alters muscle fuel metabolism during exercise in humans. J Physiol. 2011;589(Pt 4):963-973. doi:10.1113/jphysiol.2010.201343
- Fielding R, Riede L, Lugo JP, Bellamine A. l-Carnitine Supplementation in Recovery after Exercise. Nutrients. 2018;10(3):349. doi:10.3390/nu10030349
- Sawicka AK, Renzi G, Olek RA. The bright and the dark sides of L-carnitine supplementation: a systematic review. J Int Soc Sports Nutr. 2020;17:49. doi:10.1186/s12970-020-00377-2
- Jäger R, Purpura M, Shao A, Inoue T, Kreider RB. Analysis of the efficacy, safety, and regulatory status of novel forms of creatine. Amino Acids. 2011;40(5):1369-1383. doi:10.1007/s00726-011-0874-6
- Jagim AR, Oliver JM, Sanchez A, et al. A buffered form of creatine does not promote greater changes in muscle creatine content, body composition, or training adaptations than creatine monohydrate. J Int Soc Sports Nutr. 2012;9:43. doi:10.1186/1550-2783-9-43
- Murillo Zapata CM, Cardona Gil CP, Acosta Bermúdez LC. Clorhidrato de creatina versus monohidrato de creatina: diferencias en solubilidad, efectos ergogénicos y composición corporal. Perspectivas en Nutrición Humana. 2022;24(2):233-246. doi:10.17533/udea.penh.v24n2a06
- Salem A, Ben Maaoui K, Jahrami H, et al. Attenuating Muscle Damage Biomarkers and Muscle Soreness After an Exercise-Induced Muscle Damage with Branched-Chain Amino Acid (BCAA) Supplementation: A Systematic Review and Meta-analysis with Meta-regression. Sports Medicine - Open. 2024;10:42. doi:10.1186/s40798-024-00686-9
- Martinho DV, Nobari H, Faria A, Field A, Duarte D, Sarmento H. Oral Branched-Chain Amino Acids Supplementation in Athletes: A Systematic Review. Nutrients. 2022;14(19):4002. doi:10.3390/nu14194002
- Pérez-Guisado J, Jakeman PM. Citrulline malate enhances athletic anaerobic performance and relieves muscle soreness. J Strength Cond Res. 2010;24(5):1215-1222. doi:10.1519/JSC.0b013e3181cb28e0
- Trexler ET, Persky AM, Ryan ED, Schwartz TA, Stoner L, Smith-Ryan AE. Acute Effects of Citrulline Supplementation on High-Intensity Strength and Power Performance: A Systematic Review and Meta-Analysis. Sports Med. 2019;49(5):707-718. doi:10.1007/s40279-019-01091-z
- Bendahan D, Mattei JP, Ghattas B, Confort-Gouny S, Le Guern ME, Cozzone PJ. Citrulline/malate promotes aerobic energy production in human exercising muscle. Br J Sports Med. 2002;36(4):282-289. doi:10.1136/bjsm.36.4.282
- Chappell AJ, Allwood DM, Johns R, Brown S, Sultana K, Anand A, Simper T. Citrulline malate supplementation does not improve German Volume Training performance or reduce muscle soreness in moderately trained males and females. J Int Soc Sports Nutr. 2018;15:42. doi:10.1186/s12970-018-0245-8
- Schoenfeld BJ, Aragon AA. How much protein can the body use in a single meal for muscle-building? Implications for daily protein distribution. J Int Soc Sports Nutr. 2018;15:10. doi:10.1186/s12970-018-0215-1
- Moro T, Tinsley G, Bianco A, et al. Effects of eight weeks of time-restricted feeding (16/8) on basal metabolism, maximal strength, body composition, inflammation, and cardiovascular risk factors in resistance-trained males. J Transl Med. 2016;14:290. doi:10.1186/s12967-016-1044-0
- Mourao DM, Bressan J, Campbell WW, Mattes RD. Effects of food form on appetite and energy intake in lean and obese young adults. Int J Obes. 2007;31(11):1688-1695. doi:10.1038/sj.ijo.0803667
- ANSES. Tabela de composição nutricional de alimentos (Ciqual). ciqual.anses.fr
- Hultman E, Söderlund K, Timmons JA, Cederblad G, Greenhaff PL. Muscle creatine loading in men. J Appl Physiol. 1996;81(1):232-237. doi:10.1152/jappl.1996.81.1.232
- Syrotuik DG, Bell GJ. Acute creatine monohydrate supplementation: a descriptive physiological profile of responders vs. nonresponders. J Strength Cond Res. 2004;18(3):610-617. doi:10.1519/12392.1
- Jackman SR, Witard OC, Philp A, Wallis GA, Baar K, Tipton KD. Branched-Chain Amino Acid Ingestion Stimulates Muscle Myofibrillar Protein Synthesis following Resistance Exercise in Humans. Front Physiol. 2017;8:390. doi:10.3389/fphys.2017.00390
- Mifflin MD, St Jeor ST, Hill LA, Scott BJ, Daugherty SA, Koh YO. A new predictive equation for resting energy expenditure in healthy individuals. Am J Clin Nutr. 1990;51(2):241-247. doi:10.1093/ajcn/51.2.241
- Frankenfield D, Roth-Yousey L, Compher C. Comparison of predictive equations for resting metabolic rate in healthy nonobese and obese adults: a systematic review. J Am Diet Assoc. 2005;105(5):775-789. doi:10.1016/j.jada.2005.02.005
- Slater GJ, Dieter BP, Marsh DJ, Helms ER, Shaw G, Iraki J. Is an Energy Surplus Required to Maximize Skeletal Muscle Hypertrophy Associated With Resistance Training? Front Nutr. 2019;6:131. doi:10.3389/fnut.2019.00131
- Iraki J, Fitschen P, Espinar S, Helms E. Nutrition Recommendations for Bodybuilders in the Off-Season: A Narrative Review. Sports (Basel). 2019;7(7):154. doi:10.3390/sports7070154
- Garthe I, Raastad T, Refsnes PE, Sundgot-Borgen J. Effect of nutritional intervention on body composition and performance in elite athletes. Eur J Sport Sci. 2013;13(3):295-303. doi:10.1080/17461391.2011.643923
- Kerksick CM, Arent S, Schoenfeld BJ, et al. International society of sports nutrition position stand: nutrient timing. J Int Soc Sports Nutr. 2017;14:33. doi:10.1186/s12970-017-0189-4
- Schoenfeld BJ, Aragon AA, Krieger JW. The effect of protein timing on muscle strength and hypertrophy: a meta-analysis. J Int Soc Sports Nutr. 2013;10:53. doi:10.1186/1550-2783-10-53
- Aragon AA, Schoenfeld BJ. Nutrient timing revisited: is there a post-exercise anabolic window? J Int Soc Sports Nutr. 2013;10:5. doi:10.1186/1550-2783-10-5
- Schoenfeld BJ, Aragon AA, Wilborn CD, Krieger JW, Sonmez GT. Body composition changes associated with fasted versus non-fasted aerobic exercise. J Int Soc Sports Nutr. 2014;11:54. doi:10.1186/s12970-014-0054-7
- Burke DG, Chilibeck PD, Parise G, Candow DG, Mahoney D, Tarnopolsky M. Effect of creatine and weight training on muscle creatine and performance in vegetarians. Med Sci Sports Exerc. 2003;35(11):1946-1955. doi:10.1249/01.MSS.0000093614.17517.79
- Antonio J, Candow DG, Forbes SC, et al. Common questions and misconceptions about creatine supplementation: what does the scientific evidence really show? J Int Soc Sports Nutr. 2021;18:13. doi:10.1186/s12970-021-00412-w
- Candow DG, Chilibeck PD, Burke DG, Davison KS, Smith-Palmer T. Effect of glutamine supplementation combined with resistance training in young adults. Eur J Appl Physiol. 2001;86(2):142-149. doi:10.1007/s00421-001-0523-y
- Ramezani Ahmadi A, Rayyani E, Bahreini M, Mansoori A. The effect of glutamine supplementation on athletic performance, body composition, and immune function: A systematic review and a meta-analysis of clinical trials. Clin Nutr. 2019;38(3):1076-1091. doi:10.1016/j.clnu.2018.05.001
- Zhou Q, Verne ML, Fields JZ, et al. Randomised placebo-controlled trial of dietary glutamine supplements for postinfectious irritable bowel syndrome. Gut. 2019;68(6):996-1002. doi:10.1136/gutjnl-2017-315136
- Rolls BJ. The relationship between dietary energy density and energy intake. Physiol Behav. 2009;97(5):609-615. doi:10.1016/j.physbeh.2009.03.011
- ANSES. As fibras alimentares: definições, métodos de dosagem, valores de referência. anses.fr (referência de 30 g/dia em adultos)
- EFSA, Scientific Panel on Food Additives, Flavourings, Processing Aids and Materials in Contact with Food (AFC). Opinion on creatine monohydrate for use in foods for particular nutritional uses. EFSA Journal. 2004;2(4):36 (especificação de pureza: creatinina ≤ 100 mg/kg, dicianodiamida ≤ 50 mg/kg, di-hidro-1,3,5-triazina não detectável). doi:10.2903/j.efsa.2004.36
- Moret S, Prevarin A, Tubaro F. Levels of creatine, organic contaminants and heavy metals in creatine dietary supplements. Food Chem. 2011;126(3):1232-1238. doi:10.1016/j.foodchem.2010.12.028
- SuppCo (plataforma independente de testes de suplementos). Creatine Reality Check: the failures we found when testing popular products. Análise de 11 produtos (5 pós, 6 gomas) em laboratório independente acreditado pela ISO 17025, 12 de junho de 2025. Relatório de testes do setor, sem revisão por pares. supp.co
- Schwedhelm E, Maas R, Freese R, et al. Pharmacokinetic and pharmacodynamic properties of oral L-citrulline and L-arginine: impact on nitric oxide metabolism. Br J Clin Pharmacol. 2008;65(1):51-59. doi:10.1111/j.1365-2125.2007.02990.x
- Khalaf D, Krüger M, Wehland M, Infanger M, Grimm D. The Effects of Oral l-Arginine and l-Citrulline Supplementation on Blood Pressure. Nutrients. 2019;11(7):1679. doi:10.3390/nu11071679
- Snijders T, Res PT, Smeets JSJ, et al. Protein Ingestion before Sleep Increases Muscle Mass and Strength Gains during Prolonged Resistance-Type Exercise Training in Healthy Young Men. J Nutr. 2015;145(6):1178-1184. doi:10.3945/jn.114.208371
- EFSA, Panel on Dietetic Products, Nutrition and Allergies (NDA). Scientific Opinion on the substantiation of health claims related to creatine and increase in physical performance during short-term, high intensity, repeated exercise bouts. EFSA Journal. 2011;9(7):2303 (alegação aceita para uma ingestão de 3 g de creatina por dia). doi:10.2903/j.efsa.2011.2303
- Anvisa. Creatinas: Anvisa divulga resultados de análise em suplementos. 23 de abril de 2025 (análise de suplementos de creatina do mercado brasileiro: diversas incorreções de rotulagem, teores dentro do esperado). gov.br/anvisa
- Organização Mundial da Saúde (OMS) / FAO / UNU. Protein and amino acid requirements in human nutrition, relatório de consulta conjunta de especialistas, WHO Technical Report Series n° 935, 2007 (necessidades do adulto : leucina 39 mg/kg/dia, isoleucina 20 mg/kg/dia, valina 26 mg/kg/dia). iris.who.int
- Moberg M, Apró W, Ekblom B, van Hall G, Holmberg HC, Blomstrand E. Activation of mTORC1 by leucine is potentiated by branched-chain amino acids and even more so by essential amino acids following resistance exercise. Am J Physiol Cell Physiol. 2016;310(11):C874-C884. doi:10.1152/ajpcell.00374.2015
- Schoenfeld BJ, Aragon AA, Krieger JW. Effects of meal frequency on weight loss and body composition: a meta-analysis. Nutr Rev. 2015;73(2):69-82. doi:10.1093/nutrit/nuu017
- Smith-Ryan AE, Cabre HE, Eckerson JM, Candow DG. Creatine Supplementation in Women's Health: A Lifespan Perspective. Nutrients. 2021;13(3):877. doi:10.3390/nu13030877 (estoques endógenos de creatina 70 a 80 % menores na mulher ; dose de 0,3 g/kg/dia estudada após a menopausa)
- van der Merwe J, Brooks NE, Myburgh KH. Three weeks of creatine monohydrate supplementation affects dihydrotestosterone to testosterone ratio in college-aged rugby players. Clin J Sport Med. 2009;19(5):399-404. doi:10.1097/JSM.0b013e3181b8b52f (20 jogadores ; razão DHT/testosterona 36 % maior após a fase de saturação, sem nenhuma medida capilar)
- Powers ME, Arnold BL, Weltman AL, et al. Creatine Supplementation Increases Total Body Water Without Altering Fluid Distribution. J Athl Train. 2003;38(1):44-50. PMID 12937471
- Forbes SC, Candow DG, Krentz JR, Roberts MD, Young KC. Changes in Fat Mass Following Creatine Supplementation and Resistance Training in Adults ≥50 Years of Age: A Meta-Analysis. J Funct Morphol Kinesiol. 2019;4(3):62. doi:10.3390/jfmk4030062 (19 estudos, 609 participantes: −0,55 ponto percentual de gordura corporal em relação ao placebo, sem diferença significativa na massa gorda em quilos)
- Harris RC, Lowe JA, Warnes K, Orme CE. The concentration of creatine in meat, offal and commercial dog food. Res Vet Sci. 1997;62(1):58-62. doi:10.1016/S0034-5288(97)90181-8 (dosagem analítica: 27,8 a 32,3 mmol/kg, ou seja 3,6 a 4,3 g/kg, em frango, carne bovina e coelho crus)
- Balsom PD, Söderlund K, Ekblom B. Creatine in humans with special reference to creatine supplementation. Sports Med. 1994;18(4):268-280. doi:10.2165/00007256-199418040-00005 (revisão que originou a tabela de teores alimentares reproduzida em todo lugar, arenque incluído)
- Elbir Z, Oz F. Determination of creatine, creatinine, free amino acid and heterocyclic aromatic amine contents of plain beef and chicken juices. J Food Sci Technol. 2021;58(9):3293-3302. doi:10.1007/s13197-020-04875-8 (carne bovina crua 3,92 a 4,45 mg/g de creatina, frango cru 3,80 a 4,04 mg/g; conversão em creatinina sobretudo nos primeiros quarenta minutos de aquecimento)
- U.S. Department of Agriculture, Agricultural Research Service. FoodData Central. fdc.nal.usda.gov (composição das carnes e peixes crus, incluindo o teor de proteína da ordem de 21 g por 100 g de carne bovina magra)
- Ogden HB, Fallowfield JL, Child RB, et al. No protective benefits of low dose acute L-glutamine supplementation on small intestinal permeability, epithelial injury and bacterial translocation biomarkers in response to subclinical exertional-heat stress: a randomized cross-over trial. Temperature (Austin). 2022;9(2):196-210. doi:10.1080/23328940.2021.2015227
- Jäger R, Mohr AE, Carpenter KC, et al. International Society of Sports Nutrition Position Stand: Probiotics. J Int Soc Sports Nutr. 2019;16(1):62. doi:10.1186/s12970-019-0329-0 (os efeitos dos probióticos são específicos da cepa e da dose ; benefícios documentados sobre conforto digestivo e infecções das vias aéreas superiores em atletas)
- Hill C, Guarner F, Reid G, et al. Expert consensus document. The International Scientific Association for Probiotics and Prebiotics consensus statement on the scope and appropriate use of the term probiotic. Nat Rev Gastroenterol Hepatol. 2014;11(8):506-514. doi:10.1038/nrgastro.2014.66 (definição : micro-organismos vivos que, administrados em quantidade adequada, conferem um benefício à saúde do hospedeiro ; o benefício está ligado a uma cepa identificada, não a um gênero bacteriano)
- Pugh JN, Sparks AS, Doran DA, et al. Four weeks of probiotic supplementation reduces GI symptoms during a marathon race. Eur J Appl Physiol. 2019;119(7):1491-1501. doi:10.1007/s00421-019-04136-3 (24 corredores recreativos ; 25 bilhões de UFC por dia, quatro cepas, durante 28 dias antes de uma maratona : frequência e intensidade dos sintomas digestivos reduzidas durante a prova)
- Chantler S, Griffiths A, Matu J, et al. A systematic review: Role of dietary supplements on markers of exercise-associated gut damage and permeability. PLoS One. 2022;17(4):e0266379. doi:10.1371/journal.pone.0266379 (27 estudos incluídos ; nenhum testa glutamina e probiótico no mesmo braço ; do lado da glutamina, efeito dose-dependente encontrado na corrida em calor mas não no ciclismo ; do lado dos probióticos, resultados positivos limitados aos ensaios com cepa única, nenhum efeito das fórmulas multicepa sobre esses marcadores)
- Geyer H, Parr MK, Mareck U, Reinhart U, Schrader Y, Schänzer W. Analysis of non-hormonal nutritional supplements for anabolic-androgenic steroids: results of an international study. Int J Sports Med. 2004;25(2):124-129. doi:10.1055/s-2004-819955 (634 suplementos comprados em 13 países ; 14,8 % continham esteroides anabolizantes não declarados, 21,1 % entre fabricantes que também vendiam pró-hormônios contra 9,6 % entre os demais)
- Agência Mundial Antidopagem (WADA). Lista Proibida, padrão internacional do Código Mundial Antidopagem (lista 2026 em vigor desde 1º de janeiro de 2026 ; classes S0 a S10, M1 a M3 e P1 ; a creatina não aparece em nenhuma classe). wada-ama.org
- AFSSA (atual ANSES, agência francesa de segurança sanitária dos alimentos). Avaliação dos riscos da creatina para o consumidor e da veracidade das alegações de desempenho esportivo ou de aumento de massa muscular, relatório e parecer de 23 de janeiro de 2001. anses.fr
- CEN / AFNOR. NF EN 17444 – Prevenção do doping no esporte: boas práticas de desenvolvimento e de fabricação de alimentos para atletas e de suplementos alimentares, publicada em fevereiro de 2021, em vigor desde 10 de junho de 2021 (norma europeia de adesão voluntária). boutique.afnor.org
- ANSES. Parecer e relatório de peritagem coletiva sobre os riscos ligados ao consumo de suplementos alimentares destinados a atletas para desenvolvimento muscular ou redução de gordura corporal, processo nº 2014-SA-0008, novembro de 2016. anses.fr
- ABCD (Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem). Lista de Substâncias e Métodos Proibidos no Esporte, versão brasileira da lista 2026, em vigor desde 1º de janeiro de 2026. gov.br/abcd
- Churchward-Venne TA, Burd NA, Mitchell CJ, et al. Supplementation of a suboptimal protein dose with leucine or essential amino acids: effects on myofibrillar protein synthesis at rest and following resistance exercise in men. J Physiol. 2012;590(11):2751-2765. doi:10.1113/jphysiol.2012.228833 (uma dose pequena de proteína enriquecida com leucina reativa a síntese miofibrilar no curto prazo, mas só o aporte completo de aminoácidos essenciais sustenta a resposta além disso)
- PubChem, base de dados pública do NCBI, U.S. National Library of Medicine. Compound Summary : Creatine (CID 586), Creatine monohydrate (CID 80116), Creatine hydrochloride (CID 134732). pubchem.ncbi.nlm.nih.gov (massas molares : creatina 131,13 g/mol, mono-hidratada 149,15 g/mol, cloridrato 167,59 g/mol)
- Gufford BT, Sriraghavan K, Miller NJ, Miller DW, Gu X, Vennerstrom JL, Robinson DH. Physicochemical Characterization of Creatine N-Methylguanidinium Salts. J Diet Suppl. 2010;7(3):240-252. doi:10.3109/19390211.2010.491507 (o cloridrato é cerca de 38 vezes mais solúvel em água que a mono-hidratada a 25 °C ; sua permeabilidade em monocamada Caco-2 não difere da observada com a mono-hidratada)
- Londoño-Velásquez D, Zuluaga-Narváez Y, Rojas-Posada L, et al. Creatine monohydrate versus creatine hydrochloride on strength and body composition in elite team-sport athletes: A placebo-controlled randomized clinical trial comparing low dosages. J Int Soc Sports Nutr. 2025;22(sup1):2533658. doi:10.1080/15502783.2025.2533658 (31 atletas de elite, 8 semanas, 5 g por dia nos dois braços ativos : nenhuma diferença significativa entre os grupos na força nem na composição corporal)
Cada afirmação nutricional deste artigo se apoia nestas publicações.